Professora americana é suspensa por xingar alunos em blog pessoal

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“Preguiçoso, sorrateiro e rude” seriam as expressões ideiais, segundo Natalie, para descrever os alunos nos relatórios da escola

Uma escola de um distrito perto de

Filadélfia, nos Estado Unidos, suspendeu

uma professora depois que ela publicou

ofensas a alunos num blog pessoal. Nas

mensagens, ela chamava os estudantes

de “ratos”, “desocupados”, “chorões

preguiçosos”, “imbecis”, entre outras

expressões.

Natalie Munroe publicava as ofensas em

 seu blog há pelo menos um ano e foi

descoberta por um pai de um aluno, que

cobrou explicações da Central Bucks

School District. A escola suspendeu a

professora, que trabalhava no local desde

2006, enquanto o caso é investigado pelo

distrito de Bucks. O blog foi apagado

depois da denúncia.

A professora admitiu ter escrito as

mensagens no blog, entre elas uma em

que dizia estar preocupada com um estudante “abrir fogo na escola”. Também publicou frases como “eu odeio seu filho” e “ela parece mais inteligente do

 que realmente é”.

Num post de janeiro de 2010, Natalie diz que gostaria de substituir os “comentários enlatados” que escrevia nos relatórios sobre seus estudantes e que eram fornecidos pela escola por outros. “Preguiçoso”, “sorrateiro” e “rude” seriam as expressões ideais, segundo a professora.

Um grupo no Facebook foi criado para reunir estudantes ofendidos por Natalie. O “Join if you have ever felt personally victimized by Natalie Munroe” já tem 87 participantes.

 

*Com informações da AP, Daily Mail e CBS Philly

Falando sobre Brasil deixa 80% das crianças de 0 a 3 anos fora da creche, diz levantamento – Ciência – MSN Estadão

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Citação

Brasil deixa 80% das crianças de 0 a 3 anos fora da creche, diz levantamento – Ciência – MSN Estadão
Um levantamento da Fundação Abrinq baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009…

MÃO DE OBRA INFANTIL

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Fotos retiradas da Internet.Apesar de proibida pela legislação brasileiro, a prática da exploração de mão-de-obra infantil no Brasil atinge mais de um milhão de meninos e meninas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) detectou, em pesquisa divulgada no ano passado, que aproximadamente 1,4 milhão de meninos e meninas brasileiros com menos de 14 anos trabalhavam, apesar de qualquer tipo de trabalho ser proibido nessa faixa etária pela legislação brasileira. Dentre esses trabalhadores mirins, 237 mil tinham idade entre cinco e nove anos, o equivalente a 1,4% do total da população desta faixa etária no Brasil. Já entre garotos e garotas de 10 a 13 anos, 8,2% já trabalhavam. Em 60% dos casos detectados pela pesquisa, crianças e adolescentes entre cinco e 13 anos nada recebiam pelo trabalho. No setor agrícola, a situação piora: 95,1% não recebiam salário. Outra situação grave apurada foi a de 1,3 milhão de jovens entre 13 e 14 anos que trabalham, ou seja, 19% da população dessa idade no país. A partir dos 14 anos, a lei brasileira permite que os jovens trabalhem, desde que na condição de aprendizes. O trabalho não pode ser insalubre, perigoso ou noturno. Não foi possível detectar na pesquisa, no entanto, se o trabalho declarado estava de acordo com a legislação ou não, segundo o pesquisador. O trabalho infantil tem impacto direto na frequência escolar, conforme a pesquisa. Cerca de 28% das crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos ocupadas não tinham estudado ou haviam frequentado a escola apenas durante um ano. A taxa de escolarização de jovens entre 14 e 15 anos que trabalham é de 84,2%, contra 93,7% dos que não trabalham. Já entre 16 e 17 anos, a taxa para quem trabalha é de 70,8%, contra 82,4% dos que não trabalham.

[O Estado do Maranhão (MA) – 01/03/2009]

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